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O trabalho, a vida, o amor e as histórias – Bahia, Chapada Diamantina – Brasil

February 13, 2017

As histórias de amor sempre foram minha principal motivação para acordar todos os dias com um sorriso no rosto ao saber que existem pessoas que confiam a mim para que possa eternizar sua história de amor, fato esse que além de ser um prazer, uma emoção imensurável, me faz sempre acreditar e espalhar o amor mais e mais, em cada cidade, estado, e a cada pessoa que conheço. Essas histórias de amor não são um simples e belo registro para ser apreciado, mas, sim uma imersão propriamente dita na vida de um casal, na vida de uma família. Eu desejo que meus filmes possam ser passados de geração para geração. Qual casal de noivos não querem contar sua história para mostrar futuramente aos seus filhos, netos e até bisnetos? O amor ele não está simplesmente no casamento, o amor está no primeiro beijo, no primeiro olhar, nas primeiras alegrias e também nas primeiras tristezas até o dia do casamento. Então porque não contar isso em um filme? Eu sempre busco ao terminar uma história (um filme) aquilo possa significar para os noivos, assim como significou para mim viver, conhecer e vivenciar cada sentimento, cada alegria cada gesto dos casais, é isso que me faz acordar todos os dias pois, como sempre eu falo “O amor é minha vida e as histórias minha principal motivação”.

Vou compartilhar com vocês uma linda história que eu tive a felicidade de conhecer e eternizar, uma história que se inicia na Bahia, mais precisamente na Chapada Diamantina, de duas pessoas, duas famílias com um amor, uma sintonia, um carinho sem tamanho.

Abaixo o filme de Luana e Tanaka // The Distance Was Love <3

 Saímos de Santa Maria – RS até Salvador – BA, com a felicidade imensa de estar conhecendo outro estado, outra cidade, outra cultura. Chegamos em Salvador as 13:00 horas, pegamos um carro com destino a Chapada Diamantina porem, paramos em uma cidade chamada Itaberaba – BA metade do caminho até a Chapada, foi uma aventura inicial chegar em uma cidade que se quer você ouviu falar e conhecer uma cultura tão simples e acolhedora entretanto descobrimos que a poucas semanas tinha acontecido um surto de chikungunya, nossa!!! foi um susto total, logo entramos no carro e fomos diretamente ao mercado comprar repelente, inseticida e já colocar no quarto kkkkkk. Mesmo assim não conseguimos dormir direito pois qualquer barulho que escutávamos era o tal mosquito.

A caminho a Itaberaba - BA

Acordamos as 3:30 da madrugada com destino a Mucugê – BA já na Chapada Diamantina, a cidade onde os noivos moravam e ao chegarmos, conhecemos aquela linda cidade muito diferente das nossas realidades aqui do RS cercada por montanhas, com casas antigas, mas muito bem cuidada. Chegamos as 8:30 na casa dos queridos Luana e Tanaka e partimos diretamente para Ibicoara, cidade onde tudo começou mais precisamente na Cachoeira do Buracão, uma das cachoeiras mais linda e mais visitada do Brasil. Andamos alguns Km até Ibicoara, e mais alguns(muitos mesmos) km de terra até a cachoeira ao chegar no estacionamento, descobrimos que tínhamos que fazer uma trilha de caminhada, colocamos as câmeras nas mochilas e partimos, mal sabíamos que a trilha era longa, e quantas aventuras viriam pela frente. Chegamos na metade do caminho e o guia falou vocês vão atravessar a agua com o material? Eu sequer imaginava que tínhamos que nadar hahahahahah. Resultado, deixamos os equipamentos embaixo de uma pedra bem escondido e continuamos a caminhada, todo mundo com aquela alegria, felicidade de conhecer o lugar, onde toda história de amor dos noivos tinha começado. Chegamos até o início da cachoeira e já colocamos colete salva vidas, ai imaginei a nado é longo. Nadamos por entre os Canyons, cerca de 300 metros ou mais até chegar a cachoeira. Ao chegarmos os noivos se emocionaram, pois ambos estavam com os coletes parecidos como da primeira vez, tentamos reproduzir exatamente como foi a cena do primeiro contato com minha câmera portátil a prova d’água claro. Devido a todo esse trajeto Luana não tinha levado o celular para a cachoeira porem Tanaka tinha sua bolsa estanque o qual estava com seu celular  e então foi nesse momento que Luana pediu para Tanaka tirar uma foto dela e depois passar por wats, como é a vida, como é o amor quantas milhas Luana viajou de Santa Maria até a Mucugê na Chapada Diamantina para estagiar na sua faculdade e exatamente em outro lugar, em outra cultura, em um momento inusitado o amor bate na sua porta e não adianta ele entra de uma maneira que não existe nada no mundo que faça ele sair, foi assim o inicio do amor de Luana e Tanaka.

Viagem até Mugugê - BA

 Cachoeira do Buração, vista de cima.

 Reprodução da história de Luana e Tanaka, Como tudo começou

 

E será exatamente essa cena que vai fazer como que a história seja eternizada para sempre nos corações dos noivos e principalmente no meu, por ter vivido junto a eles essa emoção.

Depois de um banho de cachoeira, um longo percurso de caminhada de volta  até o estacionamento e mais alguns km até Mucugê, descansamos.

Saímos para jantar com a família de descendência japonesa de Tanaka junto com Luana e seus amigos mais loucos e queridos do mundo, quanta história, carinho, conhecimento de pessoas que se quer conhecíamos, mas que aprendemos a chamar de irmãos.

Novo dia nascendo e fomos explorar a cidade de Mucugê para fazer algumas tomadas de filme e fotografia. Nossa achamos uma rua tão linda, mas tão linda que até placa tinha com a estrofe “se essa rua fosse minha” de uma musica popular gravada por inúmeros artistas do Brasil. Foi uma tarde sensacional pois a cada segundo de filme percebíamos o quanto um casal sabe demonstrar o amor de formas simples, com expressões, risadas, brincadeiras, foi algo muito além de uma produção foi uma coisa tão natural, pois é assim que devemos enxergar o amor, como sendo algo natural em nossas vidas.

Depois desta sessão ficamos mais um dia conhecendo a cultura da cidade de pouco mais de 15 mil habitantes e produzindo algumas tomadas mas também conhecendo as comidas típicas da região.

Logo no outro dia viajamos até o Vale do Capão que fica cerca de 95 km de distância de Mucugê, porem o trajeto é feito apenas por uma estrada de terra ou seja mais uma aventura pela frente, entretanto era o lugar que os noivos escolheram para dizer o tão sonhado sim. Nossa, essa foi uma das palavras que repetia em todo trajeto até o Vale, pois quanta beleza, que conhecemos, e o quanto emocionante é você sair de sua casa no interior do RS e logo estar em um lugar que você se quer imaginava em conhecer. Quando chegamos na pousada onde seria o casamento, não existia mais palavras cabíveis para explicar tamanha beleza de um lugar, e isso que foi mais importante, ver a felicidade dos noivos de estar ali, poder ver também amigos e convidados chegando, pessoas de todos os cantos do Brasil, isso é vida, isso é viver, pois, não é um trabalho é uma história, é um carinho que transformamos em filme. Logo a noite já partimos para o centro do Vale do Capão, conhecer os bares, restaurantes, a cultura etc. E ai vem a maior lição um lugar com pouquíssimas pessoas que vivem quase 100% do turismo mas, com pessoas tão sensacionais, simples, humildes as quais levam a vida e tratam os outros da melhor forma possível, eu digo que elas são o melhor que podem ser, pois o carinho é fantástico.

O grande dia começa, os preparativos e ajuda dos amigos para a decoração, os cabelos, maquiagem feitos ao ar livre pelos profissionais com todas as convidadas, as pessoas caminhando rumo ao local da cerimônia, a noiva tomando mate, para sempre preservar a tradição gaúcha kkkk. E eu em meio aquela beleza de cenas, expressões aproveitando e vivendo o máximo possível. O porque eu falo em VIVER, de que adianta produzir uma história sem vive-lá? Viver é buscar a essência é envolver-se, ajudar a dar nó na gravata do pai da noiva, abraçar, parabenizar e se emocionar junto com os convidados, para mim isso é viver, esse é meu filme.

Depois da linda cerimônia, que diga-se de passagem uma das mais emocionantes que fiz na vida pois, nunca tinha visto dois noivos chorar tanto e as lágrimas só me davam mais certeza ainda que esse filme tinha que ser 100% amor e história. Começa a festa, ao som de músicos locais os quais tive o prazer de conhecer Rodrigo Sestrem e Gil, grandes músicos e moradores do Vale. A festa foi sensacional aproximadamente 60 pessoas e todas elas dançando, pulando, gritando de felicidade, quando chega ao término da Festa os “amigos” dos noivos falaram “piscina” mas o frio era grande como assim?

Resultado todos convidados foram logo para piscina da pousada onde até eu fui junto kkkkkkk. Mas como tudo na vida tem um porque, a noiva jogou-se na piscina em plena madrugada com o vestido do casamento. Tínhamos o final da história para produzir no outro dia em um dos lugares mais incríveis da Chapada Diamantina chamado Morro do Pai Inácio. Bom na hora foi só festa mas e depois como secar, o vestido, como não fazer as fotos.

Visão do Quarto que estávamos na pousada.

 Pousada onde aconteceu o casamento, caminho até o Templo.

 Parte da piscina onde o tão preservado vestido na noiva foi molhado!! hahaha

 

Acordamos no outro dia o primeiro pensamento era o vestido molhado, ao chegar na pousada o vestido num cabide em frente ao quarto e literalmente molhado kkkkkk. Mas como o lugar fazia parte da história dos noivos era impossível deixar passar, partimos para o tão sonhado Morro do Pai Inácio cerca de 60km de distancia do Vale e Localizado em Lençóis – BA e ao chegarmos, mais uma trilha pequena até o topo mas, com vestido, terno, câmeras, maquiagem etc. Quando chegamos ao topo a minha sensação era de estar em um sonho, foi sem duvida o lugar mais lindo que já pude presenciar e conhecer na vida até hoje e acima disso ver onde o AMOR, pelo trabalho, pessoas e suas histórias me levaram. Toda produção de filme e foto foi feita com uma emoção banhada a lágrimas pois, era o ultimo dia de produção com aquele casal que hoje chamamos de melhores amigos.

Esse foi um breve resumo dos acontecimentos da viagem que fiz ao lado dos meus amigos e queridos Marcelo Brum e Luana Auler, pessoas as quais eu agradeço a Deus por ter colocado na minha vida, pessoas com quem aprendi muito e que ao meu lado eternizaram com suas fotos o momento mais especial da vida de duas pessoas, o Casamento.

Obrigado Luana e Tanaka, como disse – Eu honro a luz, o amor, a verdade, a beleza e a paz em vocês pois elas para sempre estarão em mim.

Morro do Pai Inácio - Lençóis // BA

 Marcelo Brum, Luana Auler, Luana Orlandi, Tanaka e Eu, finalizando as imagens da linda história dos noivos.

 

 

 

 

 

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